Risco Cardiovascular

Classicamente alguns fatores de risco cardíaco são bem conhecidos como

  • Homem 45 anos e mulher 55 anos
  • Tabagismo
  • Dislipidemia (colesterol elevado ou triglicerídeos elevados ou ambos)
  • HDL baixo (< 40 mg/dL)
  • Sedentarismo
  • Hipertensão arterial
  • Obesidade
  • História familiar de doença coronariana em parente de 1º grau do sexo masculino < 55 anos ou mulheres < 65 anos.
  • Infarto ou Angina prévios
  • Equivalentes de doença coronariana: doença cerebrovascular, diabetes, doença arterial periférica, estenose de carótida, aneurisma de aorta abdominal e seus ramos

Se o paciente já teve infarto ou angina ou algum sintoma equivalente de doença coronariana (dispnéia, astenia), é considerado de alto risco e não haverá necessidade de maiores estratificações, sendo as metas a serem atingidas, mais rígidas. No entanto, se o paciente não possui essas situações, devemos continuar na estratificação do risco para saber como orientar o paciente. Assim, uma forma de fazer isto é calculando o risco de Framingham (nome da cidade onde se realizou o estudo). O cálculo se refere ao risco que uma pessoa tem de ter um infarto não fatal nos próximos 10 anos. Assim, a classificação ficou da seguinte maneira:
Baixo: < 1 e 10%; Médio: 10-20%; Alto: > 20%. Para calcular seu risco cardíaco, você pode acessar este link do Hospital Albert Einstein: Risco de Framingham